Transição 2026 → 2033 · EC 132/2023 e LC 214/2025

A Reforma Tributária já é realidade.

Descubra o impacto na sua carteira antes da concorrência.

O Cotejo calcula quanto cada cliente seu vai pagar a mais ou a menos, a partir do arquivo que ele já exporta do sistema dele. O relatório sai com a marca do seu escritório.

Abre no navegador. Você não precisa de conta para testar.

Duas empresas · R$ 200 mil de receita por mês alíquota de referência 26,5%

Consultoria · Lucro Presumido

folha pesada, quase nada a creditar

8,65%→17,81%

▲ paga mais+ R$ 18.313/mês

Varejo · Lucro Presumido

compra muito com crédito

10,19%→6,28%

▼ economiza− R$ 7.817/mês

Mesma receita, destinos opostos. Olhando por fora, ninguém diz qual é qual. Os números saem do motor do Cotejo.

Oito anos. A conta muda todo ano.

A transição não é um salto, é uma escada de 2026 a 2033. Role e veja as duas empresas mudarem de número a cada fase da reforma.

Ano da transição 2026

Consultoria · Lucro Presumido

carga tributária efetiva 8,65% por mês, em relação a hoje + R$ 0

Varejo · Lucro Presumido

carga tributária efetiva 10,19% por mês, em relação a hoje − R$ 0
2026

O ano de teste

IBS a 0,1% e CBS a 0,9%, compensáveis com PIS e Cofins: o efeito no caixa é neutro. Mas desde agosto a nota fiscal não sai sem os campos de IBS e CBS preenchidos — a obrigação já é real, o imposto ainda não.

2027

A CBS entra de vez

PIS e Cofins saem; a CBS entra com a alíquota de referência. É aqui que a consultoria sente: a carga sobe de 8,65% para 11,88%. E o varejo, que compra com crédito, já começa a pagar menos.

2029 a 2032

Quatro anos de conta mista

O IBS sobe um degrau por ano enquanto ICMS e ISS descem na mesma proporção. São quatro apurações diferentes, uma atrás da outra — e a memória de cálculo é o que sustenta a defesa em cada uma delas.

2033

Só IBS e CBS

Consultoria a 17,81%. Varejo a 6,28%. Mesma receita, R$ 23 mil de diferença por mês entre as duas. Quem fez a conta em 2026 teve sete anos para agir.

Dois clientes seus, lado a lado.

O mesmo faturamento, e a reforma faz coisas opostas com cada um. Os números são os que o próprio Cotejo calcula.

É o vídeo que circula nos grupos de contadores. Se você chegou por ele, o simulador está a um clique no topo.

Não dá para saber quem será atingido sem fazer a conta.

A resposta muda de cliente para cliente. Depende do que a empresa compra, de quem compra e do setor. Cinco perfis, todos com R$ 200 mil de receita por mês:

Perfil do cliente Hoje Em 2033 O que acontece com ele
Consultoria · Lucro Presumidofolha pesada, quase nada a creditar 8,65% 17,81% ▲ paga mais+ R$ 18.313/mês+105,9%
Serviços no Simples, para fora do DASa partir de 2027 15,77% 24,78% ▲ paga mais+ R$ 18.037/mês+57,2%
Comércio no Simples que permanece no regime únicoa reforma passa ao lado dele 10,66% 10,66% = sem mudançaR$ 0/mês0,0%
Varejo · Lucro Presumidocompra muito com crédito 10,19% 6,28% ▼ economiza− R$ 7.817/mês−38,3%
Indústria · Lucro Realmuitos insumos creditáveis 14,20% 6,81% ▼ economiza− R$ 14.778/mês−52,0%

Numa carteira de cinquenta, poucos precisam de ligação urgente. Quem fizer a conta primeiro liga antes de você.

Sem a conta feita, você não sabe quais são quais — e muitos podem ser tranquilizados hoje. Os números acima saem do motor do Cotejo, com alíquota de referência de 26,5%.

Do arquivo do seu cliente ao relatório assinado por você, no mesmo dia.

Sem implantação, sem trocar o sistema do seu cliente, sem planilha modelo para ninguém preencher.

  1. Peça um arquivo que ele já tem

    Contas a pagar, contas a receber e a folha, exportados do sistema dele. CSV ou XLSX, do jeito que sair. O Cotejo lê ponto e vírgula, R$ no valor e acento no cabeçalho.

  2. O Cotejo aprende o plano de contas dele

    O sistema sugere o de-para e só pergunta o que for ambíguo ou material. Você confirma uma vez. Vale para a carteira inteira e para todas as importações seguintes.

  3. O relatório diz o que fazer, não só o que vai acontecer

    Quatro páginas com a sua marca no topo. Cada recomendação vem com o número: “os R$ 22 mil por mês pagos a pessoa física nunca vão gerar crédito; formalizar como PJ recupera R$ 4.609”. É isso que se cobra.

A lista de quem você precisa ligar esta semana.

A carteira ordena a sua base pela exposição mensal. Você abre e já sabe por quem começar, com o número pronto para a conversa.

É aqui que o Cotejo se paga. Quem leva o número para o cliente é quem fica com o cliente.

Exemplo ilustrativo, com os números do motor.

Você vai ter que defender esse número na frente do cliente.

Então ele já nasce preparado para a pergunta que vem depois: de onde veio isso?

26,5%versionada

Cada simulação guarda a versão de parâmetro que usou

A alíquota de referência ainda não foi fixada em lei. Quando ela mudar, você reabre a mesma simulação e compara, em vez de refazer tudo do zero.

3,36%e não 5%

Alíquota efetiva, não a nominal

No arquivo que originou o padrão de importação, o ISS do município era 5%. O efetivamente recolhido era 3,36%.

Usar os 5% subestimava o impacto em quase R$ 20 mil por mês. O Cotejo mostra os dois lado a lado e você escolhe.

R$ 1.676travados

Na dúvida, não credita

Categoria que o sistema não reconhece entra como sem crédito. Simulação otimista entregue a cliente é pior que simulação nenhuma.

E o que está travado por cadastro incompleto aparece no relatório: R$ 8 mil por mês sem CNPJ valiam R$ 1.676 de crédito. Destravar isso é serviço que você vende.

Guardamos os números. Não guardamos as pessoas.

Nenhum nome de contraparte, nenhum CNPJ em claro

Para apurar bastam data, valor, categoria e o regime de quem emitiu a nota. O documento vira hash SHA-256 — ainda dá para contar fornecedores distintos e reaproveitar a classificação, sem saber quem são.

O resultado consolidado nunca expira

Em nenhum plano. O que expira, conforme o plano, é a memória de cálculo lançamento a lançamento. Você nunca perde a conclusão.

O de-para é seu, não nosso

O plano de contas mapeado é do seu escritório e vale para a carteira inteira. Cada uso deixa a importação seguinte mais barata.

Duas coisas escalam o preço: quantos clientes e por quanto tempo.

Todo plano tem o motor inteiro, a importação, as recomendações e o relatório com a sua marca. Comece pelo Avaliação: é gratuito e cabe três clientes de verdade.

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As quatro que todo contador faz antes de confiar.

Respondidas do jeito que a gente responderia no telefone.

A alíquota de referência ainda não foi fixada. Como confiar no número?

Não confie no valor absoluto. Confie na direção e na ordem de grandeza. O Cotejo usa 26,5% e guarda a versão de parâmetro de cada simulação. Quando a alíquota sair, você reabre e compara.

Meu cliente é do Simples. Muda alguma coisa?

Se ele ficar no regime único, nada muda, e o Cotejo diz isso com todas as letras em vez de inventar impacto. A conta muda se ele for para fora do DAS a partir de 2027: no cenário de referência, um escritório de serviços vai de 15,77% para 24,78%.

Vou ter que reescrever o plano de contas dos meus clientes?

Não. O de-para existe para isso. Ele foi calibrado contra uma exportação real com 94 categorias, e quando erra, a tela deixa você corrigir na hora.

Quem tem acesso aos dados dos meus clientes?

Só o seu escritório. E nem o Cotejo guarda nome de contraparte ou CNPJ em claro: fica data, valor, categoria e regime. É o que basta para apurar e não basta para identificar ninguém.

Leva menos tempo testar do que ler esta página.

Abre direto no navegador, sem cadastro. Pegue um cliente que você conhece de cabeça e veja se o Cotejo chega onde você chegaria.

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